No início do século XVIII, já haviam passado por vários proprietários que não atribuíam muito valor a eles. Era uma região banhada pelo Rio de la Plata que chegava até onde fica o Museo Nacional de Bellas Artes, e afastada da área construída da cidade que ficava na região sul (San Telmo, Plaza de Mayo).
O cemitério, também nasceu com o projeto do convento. E foi conhecido como Cemitério do Norte quando o então presidente Rivadavia o expropriou dos religiosos.
Quando as epidemias de cólera e febre amarela na década de 1870 atacaram à população que estava assentada nos bairros da região sul da cidade, as famílias mais ricas decidiram a mudança para locais mais altos –com a ideia que os locais mais altos da cidade reduziria a quantidade de insetos transmissores das doenças- e assim evitar o contágio.
Os novos moradores construíram mansões luxuosas e prédios em estilo francês, cercados por jardins e parques. O bairro evoluiu rapidamente, também ajudado pelo então prefeito Torcuato de Alvear em 1885 quem projetou a Avenida que leva seu nome, e o Puerto Madero. Com a terra das excavações das obras fez o aterro que permitiu que, atualmente, este bairro tenha um conglomerado de parques e praças.
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